Máquinas refabricadas: a lavandaria profissional entrou finalmente na economia circular

A nova geração de máquinas de lavar profissionais R+vive, da Electrolux Professional, mostra que sustentabilidade, desempenho e rentabilidade já podem falar a mesma língua.

Durante anos, quando se falava em sustentabilidade na lavandaria profissional, a conversa começava quase sempre no mesmo sítio: consumo de água, consumo de energia, detergentes, programas de lavagem mais eficientes, tempos de secagem mais curtos. Tudo isso continua a ser essencial, claro. Mas há uma pergunta que o setor HORECA tem vindo a adiar e que começa agora a ganhar outra força: e o próprio equipamento? O que acontece à máquina quando chega ao fim do seu primeiro ciclo de vida?

 A resposta tradicional era simples, mas pouco confortável: substitui-se. Compra-se novo, retira-se o antigo, encaminha-se o usado e segue-se em frente. O problema é que o mundo já não funciona bem nessa lógica linear de “produzir, usar e descartar”. Nem o planeta aguenta, nem os negócios podem continuar a olhar para os seus ativos como peças descartáveis. A Electrolux Professional, representada em exclusivo pela COMECA em Portugal nas áreas de Food Service e Lavandaria, está agora a dar um passo particularmente interessante nesta matéria: as máquinas de lavar comerciais R+vive.

Quando o “usado” deixa de ser fim de linha

E convém começarmos por esclarecer uma coisa: refabricado não é “usado com uma pintura nova”. Também não é uma máquina recondicionada à pressa para voltar ao mercado. A Electrolux Professional apresenta este conceito como um processo industrial profundo, em que a máquina é totalmente desmontada e reconstruída pela própria marca, sendo depois testada e certificada para oferecer desempenho equivalente ao de uma máquina nova. A marca enquadra o refabrico como uma das práticas centrais da economia circular, indo mais longe do que uma simples renovação estética ou funcional.

E aqui está o ponto que interessa a quem gere uma lavandaria: estamos a falar de sustentabilidade com engenharia por dentro. Não de marketing verde, não de discurso bonito para relatório, não de uma etiqueta reciclável colada à pressa. Estamos a falar de prolongar o valor dos materiais, dos componentes e do conhecimento técnico já incorporado numa máquina profissional. Porque uma máquina de lavandaria industrial não é um objeto qualquer. É aço, motor, tambor, eletrónica, válvulas, controlo, robustez, anos de desenvolvimento, testes, assistência e experiência de campo.

Máquina de lavar roupa profissional Electrolux Professional R-vive sobre fundo verde-água, com movimento circular de água e folhas, evocando eficiência, renovação e sustentabilidade na lavandaria profissional.

A lavandaria como motor invisível da operação

Num hotel, numa lavandaria self-service, numa unidade de cuidados, numa lavandaria tradicional ou numa operação interna de grande volume, a máquina de lavar é um centro de produtividade. Está ali, todos os dias, a transformar roupa suja em roupa pronta para voltar ao serviço. Lençóis, atoalhados, fardas, mopas, panos, uniformes: há uma cadeia invisível que depende da fiabilidade daquele equipamento, porque quando uma máquina falha, o impacto sente-se depressa, a lavandaria atrasa, a operação fica sob pressão, a equipa improvisa, os custos sobem.

Segundo a informação oficial da Electrolux Professional, os modelos R+vive foram testados para 30.000 ciclos, oferecendo longevidade e desempenho ao nível de uma máquina nova da gama 6000. A marca refere ainda que estas máquinas mantêm características esperadas num modelo 6000, como controlos avançados para resultados consistentes, elevada velocidade de centrifugação, maior extração de água e disponibilidade de peças de substituição.

Sustentabilidade que aguenta o ritmo do serviço

Isto muda bastante a conversa. Porque, no terreno, ninguém quer uma solução “mais sustentável” que complique a operação. Ninguém quer poupar carbono para depois perder fiabilidade. Ninguém quer reduzir desperdício material para aumentar paragens, assistência ou incerteza. A sustentabilidade, na lavandaria profissional, só faz sentido se andar de mãos dadas com rendimento, continuidade e controlo, caso contrário, fica bonita no papel, mas difícil na prática.

E é precisamente por isso que esta tendência merece atenção. A reconstrução técnica começa a trazer para o setor uma ideia muito mais madura de economia circular. Em vez de pensarmos apenas no fim de vida, passamos a pensar no ciclo de vida. Em vez de olharmos para uma máquina antiga como um problema logístico, olhamos para ela como uma fonte de valor recuperável. Em vez de medir apenas o preço de compra, começamos a medir o valor total do ativo ao longo do tempo.

A Electrolux Professional refere que o projeto R+vive pretende estabelecer uma nova referência de circularidade na lavandaria profissional, começando com o lançamento de equipamentos refabricados e um sistema europeu de recolha de máquinas antigas. A iniciativa está associada à recuperação de máquinas de carga frontal das gerações 3000, 4000 e 5000, entre 7 kg e 33 kg, cujos componentes podem ter potencial de reutilização quando recuperáveis.

Menos desperdício, mais valor em cada ciclo

Hoje, um operador não pode olhar apenas para o preço da energia ou para o custo do detergente. Tem de olhar para a pegada global da operação:

  • Quantos recursos consome?

  • Que desperdício gera?

  • Como prolonga a vida útil dos seus equipamentos?

  • Que escolhas faz quando renova a lavandaria?

  • E, acima de tudo, que impacto têm essas escolhas na rentabilidade do negócio?

Uma lavandaria mais eficiente consome menos, desperdiça menos, exige menos correções e protege melhor os têxteis. Se a máquina lava com precisão, centrifuga melhor e reduz a humidade residual, os tempos de secagem podem baixar. Se os ciclos são bem controlados, há menos duplicação de trabalho. Se a manutenção é previsível e as peças estão disponíveis, há menos paragens. Tudo isto traduz-se em custos operacionais mais controlados. E, como se costuma dizer, grão a grão enche a galinha o papo.

Infografia do conceito R+vive da Electrolux Professional, apresentada num ciclo circular de sustentabilidade com as etapas: redesenho, remanufactura, reduzir, devolver e recuperar, reciclar, reutilizar e reparar.

Quando a roupa limpa começa na decisão certa

Estes números ajudam a perceber a dimensão da mudança. A lavandaria deixa de ser apenas um espaço técnico escondido nos bastidores e passa a fazer parte da estratégia ambiental e financeira da empresa. Num hotel, por exemplo, a roupa é uma extensão da experiência do cliente. Uma toalha áspera, um lençol mal lavado ou uma farda sem apresentação prejudicam a perceção de qualidade. Mas, por trás desse resultado final, há decisões técnicas: equipamento, programas, dosagem, temperatura, centrifugação, secagem, manutenção, fluxo de trabalho.

É por isso que o refabrico não deve ser visto como uma alternativa “menor” ao equipamento novo. Deve ser visto como uma nova categoria de decisão. Tal como há negócios para os quais faz sentido investir em equipamentos novos de última geração, haverá outros em que uma solução refabricada, certificada pela marca e integrada numa lógica de economia circular, pode representar uma escolha inteligente, responsável e financeiramente sensata.

Novo, usado ou inteligente?

E há ainda um lado quase cultural nesta mudança. Durante muito tempo, associámos “novo” a melhor e “usado” a compromisso. Mas a indústria está a evoluir. Tal como já acontece em setores como a mobilidade, a tecnologia ou a construção, também a lavandaria profissional começa a compreender que valor não é sinónimo de novidade absoluta. Valor é desempenho, fiabilidade, rastreabilidade, eficiência e menor desperdício. Se uma máquina pode ser recuperada, reconstruída, testada e voltar ao serviço com garantias técnicas robustas, então talvez o verdadeiro desperdício fosse descartá-la cedo demais.

No fundo, esta tendência obriga-nos a pensar melhor. Obriga fabricantes, distribuidores e operadores a saírem da lógica rápida da substituição e a entrarem numa lógica mais inteligente de ciclo de vida. E isso é bom para o planeta, sim. Mas também é bom para o negócio.

Na COMECA, acreditamos que o futuro da lavandaria profissional passa por aqui: soluções tecnicamente sólidas, marcas de referência internacional e escolhas mais sustentáveis, capazes de responder às exigências reais do setor HORECA. Porque lavar melhor também é pensar melhor. E, hoje, pensar melhor é circular.


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